A greve
dos professores estaduais da Bahia completa 100 dias nesta quinta-feira
(19) e, apesar do tempo, não há perspectiva de resolução do impasse
entre grevistas e governo, situação que deixa parte dos um milhão e cem
estudantes fora das salas de aulas. O “prejuízo” temido pelos jovens e
adultos que dependem da rede de ensino é, principalmente, a perda do ano
letivo. Dos 200 dias determinados pela Lei de Diretrizes e Bases da
Educação (LDB) para a formação do ano acadêmico, a Bahia não realizou
atividades em 60 deles.
A
Secretaria da Educação garante que a greve não compromete o ano letivo.
Para isso, trabalha com a alternativa de repor aulas aos sábados e,
talvez, em janeiro e fevereiro, o que tem sido planejado em algumas
unidades que já retomaram o calendário. “Vamos cumprir o ano. Vai
prejudicar, de certa forma, o ano e as férias, mas não trabalhamos com a
possibilidade de perda”, afirma o secretário da Educação da Bahia,
Osvaldo Barreto.
(G1)









17:31
Algodão Notícias

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